Conselho Diretor da AICSul realizou encontro em Portão

Conselho Diretor da AICSul realizou encontro em Portão

Na última quinta-feira (28), ocorreu reunião do Conselho Diretor da AICSul, presidido por Jair Krummenauer, em evento que tratou das ações da entidade para 2020. O encontro teve também almoço de confraternização de final do ano do Sindicato das Indústrias de Curtimento de Couros e Peles de Portão, que já tem 55 anos de atividades e hoje é presidido por Cezar Muller, que agradeceu a todos pela presença e ao Cortume Krumenauer, pela cedência do espaço para a realização do evento. Após o almoço, o economista-chefe da FIERGS, André Nunes de Nunes apresentou um cenário econômico internacional e brasileiro para os próximos anos. Em relação ao mundo, destacou que não se espera uma grave crise, mas uma desaceleração mais ou menos igual em todas as regiões do planeta. Exemplificou com o crescimento anual do PIB, que foi 3,8% no mundo, nos últimos dez anos, e deverá cair para 3,4% nos próximos cinco anos.
Quanto à disputa entre Estados Unidos e China, advertiu que até pode ocorrer uma trégua eventual, mas seguirá a disputa, porque é mais do que briga por tarifas. Os dois países estão disputando a hegemonia mundial. E o enfrentamento afeta a ecomomia global, podendo reduzir o comércio internacional. Também gerou aumento dos juros nos EUA, valorizando o dólar, que deverá permanecer assim ao menos por mais um ano.
Em relação ao Brasil, sublinhou que o pior já passou e a economia passará a crescer mais. “Tivemos a maior crise da nossa história, mas medidas estão sendo tomadas para enfrentar o mais grave, que é crise fiscal”, afirmou. Adicionou que o Brasil está adotando um novo modelo, cujos resultados virão principalmente no longo prazo, ainda que a melhora seja lenta, porque havia muito a ser corrigido.
Para o próximo ano, o economista chefe da FIERGS, estima que as taxas de juros e a inflação seguirão baixas. Prevê crescimento em todos os setores, com 1,5% na soma dos setores e de 1,7% na indústria. Adicionou que o crescimento será mais elevado em 2021, desde que prossigam sendo promovidos os necessários ajustes.Na última quinta-feira (28), ocorreu reunião do Conselho Diretor da AICSul, presidido por Jair Krummenauer, em evento que tratou das ações da entidade para 2020. O encontro teve também almoço de confraternização de final do ano do Sindicato das Indústrias de Curtimento de Couros e Peles de Portão, que já tem 55 anos de atividades e hoje é presidido por Cezar Muller, que agradeceu a todos pela presença e ao Cortume Krumenauer, pela cedência do espaço para a realização do evento. Após o almoço, o economista-chefe da FIERGS, André Nunes de Nunes apresentou um cenário econômico internacional e brasileiro para os próximos anos. Em relação ao mundo, destacou que não se espera uma grave crise, mas uma desaceleração mais ou menos igual em todas as regiões do planeta. Exemplificou com o crescimento anual do PIB, que foi 3,8% no mundo, nos últimos dez anos, e deverá cair para 3,4% nos próximos cinco anos.
Quanto à disputa entre Estados Unidos e China, advertiu que até pode ocorrer uma trégua eventual, mas seguirá a disputa, porque é mais do que briga por tarifas. Os dois países estão disputando a hegemonia mundial. E o enfrentamento afeta a ecomomia global, podendo reduzir o comércio internacional. Também gerou aumento dos juros nos EUA, valorizando o dólar, que deverá permanecer assim ao menos por mais um ano.
Em relação ao Brasil, sublinhou que o pior já passou e a economia passará a crescer mais. “Tivemos a maior crise da nossa história, mas medidas estão sendo tomadas para enfrentar o mais grave, que é crise fiscal”, afirmou. Adicionou que o Brasil está adotando um novo modelo, cujos resultados virão principalmente no longo prazo, ainda que a melhora seja lenta, porque havia muito a ser corrigido.
Para o próximo ano, o economista chefe da FIERGS, estima que as taxas de juros e a inflação seguirão baixas. Prevê crescimento em todos os setores, com 1,5% na soma dos setores e de 1,7% na indústria. Adicionou que o crescimento será mais elevado em 2021, desde que prossigam sendo promovidos os necessários ajustes.

05 de Dezembro de 2019

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